SOLTANDO UMAS!!!

Duas amigas. Duas cabeças (unidas pelos cachos). Dois estilos. Duas histórias (que se cruzam). A junção disso e algo mais? Este blog!



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Segunda-feira, Abril 11, 2005

 
E eu, caladinha...solto uma, olhando pros lados

E o Soltando Umas fica solto, voando...
Solto o Soltando Umas, devagarzinho, com cuidado, como quem solta um balão e fica olhando ele voar, como quem solta uma bicicleta, pra ensinar uma criança a andar...

Vejo o Soltando Umas subindo, até que para no teto, que só existe nos jogos de video game, e eu, ali, parada olhando. Eu não pensava que ia ser logo, mas depois de solto, ele não quer, nem precisa voltar... Já cresceu, já tá grandinho, já soltou o que tinha pra soltar...

Soltamos o Soltando Umas, mas ele ficará aqui, solto, voando, e se vocês quiserem Soltar Umas também, soltem, se não, fiquem soltos e sintam esse vento, livre por aí.

E o vento vem e sopra longe, longe...

E de um salto, me solto, longe, longe....e me despeço de vocês.


Sábado, Março 19, 2005

 
Já faz um bom tempo que de vez em quando vem a idéia de criar um espaço só pra mim, que tenha a minha cara, aquela coisa bem egoísta e possessiva mesmo de poder olhar pra coisa e pensar: isso é meu, faço o que quiser e tudo o que foi feito é de responsabilidade minha. Hoje estava aqui no computador, a idéia veio de novo e pensei: por que não? E aqui está a Espaçonave, meu projeto solo. Ela não está pronta e acabada ainda, faltam os links, os detalhes, toques pessoais e outras coisinhas. Isso não significa que vou sair do Soltando Umas, mas minha presença por aqui vai ser bem menos freqüente. Talvez eu desista pelo meio do caminho e volte a ser exclusiva daqui. Talvez não. Posso ainda desistir de vez de escrever, tudo pode acontecer nessa experiência. Falar em experiência, acabei de pensar em outro nome bom para blog: tubo de ensaio. Mas já existe, pelo menos no blogspot. E tem uma única coisa escrita: calé? Como alguém gasta um nome bom desses com isso??? Pois já dei a notícia. Se alguém sentir falta do que eu escrevo já sabe onde me procurar!


Quarta-feira, Março 16, 2005

 
é um alívio...

tirar uma calça apertada,
fazer pipi,
tomar um banho,
comer,
pegar o ônibus a tempo,
tirar uma nota boa,
beber água,
tirar os tênis,
passar hidratante,
deitar na cama...

e por aí vai.


Terça-feira, Março 15, 2005

 
Comidas falam.
Gostar de comidas nos caracterizam.
Eu quero comer fígado!
(mais ferro pra mim)


Domingo, Março 13, 2005

 
entre a minha boca e a tua
há tanto tempo há tantos planos
a revolta dos dândis (gessinger)

Mas nós sabemos sim, pra onde queremos ir, viu Gessinger...não sabemos ao certo o caminho, mas isso a gente vai escolhendo...

"21 meses. Quase dois anos."

Eu já escrevi aqui, ou já li ali, algo sobre consolidação.Temos vivido muito, e isso é bom sim.

eu me lembro muito bem, como se fosse amanhã
o sol nascendo sem saber o que iria iluminar
eu abri meu coração como se fosse um motor
e na hora de voltar sobravam peças pelo chão
mesmo assim eu fui à luta... eu quis pagar pra ver
armas químicas e poemas (gessinger)

e...na sala, a gente escuta nossas músicas, tranquilamente...


Terça-feira, Março 08, 2005

 
Acho que o leitor assíduo deste blog (se existirem leitores assíduos neste blog) ao ler a primeira frase de um post já sabe quem está escrevendo. Neste exato momento, se você leitor ainda não descobriu quem escreve, deve estar tentando descobrir. Mas é muito fácil! Somos mesmo duas cabeças, dois estilos diferentes, como tem escrito na frasezinha que roda, vivendo vidas completamente diferentes. Mas isso não impede que sejamos amigas. Cada uma tem suas virtudes, seus defeitos, suas perdas e ganhos. E nos gostamos apesar de tudo.
Feliz dia da Mulher, Ariadne!!! Seja muito feliz, viu? Não deixe que pequenos detalhes que só você percebe interfiram na sua felicidade. E um beijo grande!


 
Muitas vezes quando não conseguimos compreender e resolver um problema (não só os de matemática) é porque faltam dados. Ou os dados não existem ou não estão em nosso alcance, não fazem parte de nosso conhecimento. Nessas questões sobre o que acontece depois que a gente morre, o sentido da vida, essas coisas, o homem não consegue e acho que nunca vai conseguir ter acesso a todos esses dados. E até em questões simples, cotidianas, muitas vezes entendemos tudo errado porque não temos todas as peças, porque vemos apenas um pedaço que pode ser relacionado a muitas outras coisas além da coisa principal, que está oculta. Ou nem chegamos a imaginar o que há por trás de peças soltas que parecem não significar nada, até que uma peça central se encaixe em todas elas.

Muitas vezes escrevo como peças soltas, dados isolados. Na tentativa de não me expor, acabo não dizendo nada. Não só não vão resolver meu problema como não vão entender nada! E não sei se essa técnica de levar as coisas para outro caminho com o objetivo de ocultar mais ainda o real objetivo convence alguém. Talvez sim, talvez não. Pessoas são complicadas, sempre têm dados faltando.


Terça-feira, Março 01, 2005

 
muito bom cuidar e saber que é cuidada.

E os momentos lindos e apaixonados e romanticos e com amor presente continuam.

Bom pra nós!

e dançar no refrão de um bolero em uma festa grandiosa, com poucos conhecidos...ainda assim, somos apreciados.
Talvez porque hoje em dia é cada vez mais raro existir amor e casal verdadeiro.

e quando a família toda se mobiliza para ajudar.

e quando a gente deixa de lado o que não merece comentar.

e no momento mais íntimo que cada ser humano vive, nós estamos de mãos dadas.

(o que era raro ficou comum) e citar engenheiros é completamente compreensível


Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005

 
Eu só sei que é ótimo ser a tia legal, que ensina a passar pela "fase difícil".

Estou falando das fases dos jogos!

:)


 
tan ran ran tan tan...

eu faço é rir!
eu digo é valha!

(como fala o flips)


Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005

 
É engraçado. Alguns falam que o segredo da felicidade é prestar atenção às pequenas coisas. Outros dizem que não se deve deixar afetar pelas pequenas coisas. Quem for ouvir todo mundo, então, vai ficar é doido! Se for seguir sempre os primeiros, pode se alegrar com imagens bonitinhas, palavras doces, sutis demonstrações de carinho, mas vai se enfurecer com buzinadas no trânsito, atrasos de 5 minutos, leves divergências de opinião e coisas do tipo. O segundo, por outro lado, pode até se desligar das chateações desnecessárias, mas vai desperdiçar todos os pequenos prazeres da vida.
Mas não é sempre assim? Não dá pra criar um padrão perfeito e que dê certo com todos os casos! É por isso que o ser humano nasceu com a capacidade de pensar, pra poder decidir o que fazer em cada situação avaliando os vários aspectos. Ou pra agir por impulso também, ele que escolhe! É por isso que não acredito nas fórmulas de felicidade e conselhos pré-fabricados. Mas, se fosse escrever um livro de auto-ajuda, lá vai uma das possíveis frases que colocaria nele:
A solução é enxergar as pequenas coisas como algo que a gente deve dar importância quando são boas e desconsiderar, deixar pra lá, quando são ruins.


 
Vontades de escrever um conto. Mas esse conto contaria tanto que é melhor nem ser escrito, ficar perdido em uma só mente até ter seu desfecho. Ou não ter desfecho, ficar em aberto até o esquecimento. Daqui a pouco as duas frases de impacto já elaboradas vão se misturar, e se perder, e se tornar apenas palavras sem conexão até que nem mais as palavras tenham algo a ver com o contexto. E nem mais o contexto tenha a ver com o escritor. Que nesse momento poderia escrever o conto, mas não teria mais motivos, nem frases, nem palavras, nem letras. Nem inspiração. O conto está morto e sepultado mesmo antes de nascer. Nesse exato momento milhares de outros escritores, famosos ou anônimos, escrevem milhares de outros contos. Um a mais, um a menos, se não for incrivelmente genial e brilhante, não faz diferença.

Vontades de escrever qualquer coisa. Aí está qualquer coisa, inofensiva como deve ser.


Queria colocar um trecho de alguma musica aqui, mas s?o tantos trechos, e tantas musicas, e tantas pessoas que ja conhecem as musicas, e tantos significados ocultos ou até aparentes demais, que deixo apenas essa enorme frase para os corajosos que chegaram até aqui.